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Archive for Julho, 2008

Neste momento, o que é que nos dá credibilidade numa área ? O que me eleva, acima das outras opiniões ? O que faz com que as pessoas, prefiram a minha opinião à de outra pessoa ? Serão bons argumentos ? Neste momento, não acredito que a verdade passe por aí. Há uma frase que me ficou na mente, não tenho a certeza do autor, apesar de achar que é de Platão:

Num tribunal, não ganha a verdade, mas sim a retórica.

Por suposto, um homem engravatado, apesar de dizer a maior barbaridade do mundo, neste momento, teria mais credibilidade, em determinada área, que um mendigo, por exemplo. Portanto, a questão de credibilidade, passa para além do mundo abstracto dos pensamentos, ideias, lógicas e argumentos, para um mundo físico, um mundo onde a roupa e o aspecto contam e muito. Pessoas que não tenham um aspecto normal, como cabelo cortado sem piercings, brincos e tatuagens, parece-me que têm as suas ideias abaladas, ou com menos credibilidade perante a sociedade actual. Contudo, muitas pessoas conseguem olhar para lá do aspecto e aceitam uma ideia, não pelo quem a diz, mas sim pelos seus argumentos. É nisto que nos devemos concentrar, nas ideias e no raciocínio. A pessoa é pobre e tem mau aspecto, são coisas da vida, é algo que pode ou não depender de nós. Agora, as nossas ideias e a maneira como as explicamos, depende absolutamente de nós.

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Já há bastante tempo que estava à espera desta estreia. Infelizmente, não houve disponibilidade de ir à estreia na Quinta, mas fui na Sexta, menos mal. Sinceramente, estava à espera de mais gente na sala. Em relação ao Sexo e a Cidade, não há comparação possível, apesar de tudo, gosto da sala com pouca gente (menos pessoas a f******-me o juízo). Felizmente, fui para lá sem grande conhecimento do que iria ver. O trailer, na minha opinião, não revela muita da história, o que é bastante positivo. Contudo, não podia faltar, atrás de mim, dois indivíduos a comentar o filme, do início ao fim. Enfim, tones há em todo o lado.

A história, na minha opinião, dá voltas demais. Se por um lado é bom, porque nunca se sabe o que vai acontecer a seguir, por outro lado, perde um bocado de consistência. Contudo, a história está porreira, não estava mesmo nada à espera do final. O aparecimento do Duas-faces, veio dar um toque especial ao filme. A maneira como surge e a maneira como se transforma está bastante interessante. Apesar de achar que o motivo que o levou a tornar-se “mau” é um bocado forçado. O seu fim, soube-me, honestamente, a pouco. Seria bem melhor a sua continuação, de modo a sabermos um pouco sobre a sequela. A performance de Christian Bale ( Batman ), sinceramente, desiludiu-me bastante. Não sei se será culpa do guião, ou se é mesmo culpa do actor. Tenho uma grande inclinação, para a primeira hipótese. Também o tom da voz, quando se mascara de Batman é simplesmente nojenta. Frases “cliché” é uma constante no filme, vindas de Batman. A grande pérola do filme, foi mesmo a actuação de Heath Ledger ( Joker ), como sabem faleceu este ano. Heath conseguiu, sem dúvida alguma, encarnar a personagem Joker bastante bem. A linguagem corporal e as falas foram feitas brilhantemente. Era engraçado, como eu só esperava que Joker entrasse em cena, para mostrar a sua graça. Morgan Freeman, também aparece, à semelhança da prequela. Sem nada a assinalar, em especial. A música do filme, cria uma atmosfera pesada e negra, na minha opinião, era mesmo esse o objectivo. A acção está bem constituída e, nessa parte, não tenho grande coisa a assinalar, apesar da última cena de acção, sinceramente, soube-me a pouco. Algumas cenas que pecam, por falta de realismo, mas enfim, temos que nos lembrar que isto é um filme.

Gostei bastante do filme. Contudo, condeno bastante a sua realização, uma vez que já existia um filme do Batman e do Joker, criado por Tim Burton. Pessoalmente, achei o filme de Tim Burton mais divertido, este novo, mais pesado e negro. Mesmo assim, a actuação de Heath, não fica atrás de Jack Nicholson, sinceramente, era disso que tinha mais medo, mas Heath portou-se bem. Valeu bem o dinheiro dado por ele, sem dúvida um filme que vai ficar lembrado. Espero que na sequela, as falas de Batman estejam mais trabalhadas, porque, para mim, é nisso em que o filme mais peca.

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Music for your heart…iii

Ora aqui vai um vídeo que achei muito interessante. Uma banda que comecei a ouvir há pouco tempo, mas que já me conquistou. Coloco aqui, igualmente, a letra da música, não garanto que seja 100% igual ao cantado, mas acho que explica bem o sentido da música e do próprio vídeo.

Watch out, see us coming
Don’t think about running

Speak up, stop playing
Who cares what you’re saying?

How does it feel to be floating away?
The 7th generation today
Fight your own wars and let us play
Can you take yourself seriously?

Skip the same ol’ routine and take it off your routine
You think we’re joking?
Stop testing us cause we’re breaking through
You’re just barking!
Who are you comparing?
Our ways scaring you?

Watch out, see us coming
Don’t think about running

Speak up, stop playing
Who cares what you’re saying?

How does it feel to be floating away?
The 7th generation today
Fight your own wars and let us play
Can you take yourself seriously?

Watch out, see us coming
Don’t think about running.

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Um post, que a nossa carríssima Eduarda e outros à sua semelhança irão adorar.

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Tendo eu próprio sofrido disto, consegui ultrapassar, através de alguma terapia (de choque). Quando andava com a minha ex-ex-ex-ex-…………….-ex-namorada (uma das primeiras), parecia que tinha vergonha de a apresentar aos meus amigos. Seria falta de confiança em mim ? Seria falta de confiança nela, ou neles ? Enfim, é algo que eu não consigo muito bem explicar. Esta ligeira introdução, é para falar de um indivíduo, que eu conheci, poderia até mesmo chamar de amigo. Além de termos aulas juntos, passávamos muito tempo a fazer desporto. A partir do momento, que teve namorada, mudou radicalmente. Eu digo isto, porque uma vez que o vi na rua, ele passou por mim, eu chamei por ele e o filho da mãe, nem para o lado olhou. Que é que se passa aqui ? Hoje, foi a mesma coisa. Estava eu a fazer desporto, ia a passar por ele, ele usa o clássico truque de “puxar o telemóvel e simular que está a escrever uma sms”. Sem palavras, mesmo. O que é que a namorada lhe terá feito à cabeça ? Ou, se calhar, até nem foi a namorada, foi ele que se tornou assim. Mas, a propósito de quê ? Eu com a minha primeira namorada, fiz isso, no início, porque tinha um bocado vergonha de andar de mão dada com alguém, mas rapidamente ultrapassei isso, pois tudo se tornou bastante natural. Mas, meus amigos, estamos a falar de um indivíduo que namorada há mais de quatro anos. Enfim, sem palavras. É algo, que eu não consigo bem definir.

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Após ler um pequeno resumo desta obra, interessei-me imediatamente. O resumo, falava-me então de uma crítica à sociedade da época e um ataque pessoal, disfarçado, a Leibniz. Adorando eu sátiras, o interesse aumentou bastante e foi-me impossível resistir à tentação de o ler. Entretanto, a crítica a Leibniz, por parte de Voltaire, é no mínimo soberba. Leibniz, acreditava que tudo o que acontecia, era o melhor que poderia acontecer no melhor dos mundos. Voltaire, achava isso ridículo. Uma frase que estava no livro,  que eu não me esqueci, era mais ou menos nestes termos:

Como é que crianças inocentes poderão ter morrido, no terramoto de Lisboa e os maiores pecadores, bêbados, traiçoeiros, violentos homens vivem felizes em Londres ?

Ao longo da história, vão sucedendo as coisas mais improváveis a Cândido. É através desta série de azares, que Voltaire crítica Leibniz. Fazendo com que um livro inteiro, seja uma crítica contínua ao pobre alemão. Como anteriormente referi, a crítica à sociedade da época, é também de elevada qualidade. Através da qual, Voltaire, mostra a sua arte de bem ironizar em poucas palavras. Um livro aconselhadíssimo.

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Music for your heart…ii

Uma música, que fala, basicamente, de um problema que nos afecta a todos. Descubram qual é. Just Stop, Disturbed :

OH!!!
Just stop enough of the limitless critical comments on my life
Just drop the judgement and all of your pseudo-involvement in my life
Step back a moment, and look at the miracle started in our life
Don’t stop the moment, and let the incredible happen knowing that

All that you want is to criticize
Something for nothing
And all that I want is forgiveness one more time
To be the best in the world

OH!!!

Just stop with all of your little deliberate problems with my life
Enough of all of the crippling terrible pain we feel inside
Step back a moment, remember how the miracle started in our life
Take back the torment; I wont be enjoying this moment knowing that

All that you want is to criticize
Something for nothing
And all that I want is forgiveness one more time
I know that
All that we want is to feel inside
Some kind of comfort
And all that we’ve done
We cant hide
We’ll be the best in the world

All I ever wanted was to be a real source of compassion
For the moment that we find ourselves drowning in
All I ever wanted was to be a real source of compassion
For the moment that we find ourselves drowning in

All that you want is to criticize
Something for nothing
And all that I want is forgiveness one more time
I know that
All that we want is to feel inside
Some kind of comfort
And all that we’ve done
We cant hide
We’ll be the best in the world
We’ll be the best in the world
Just stop enough of the limitless critical comments on my life
Just drop the judgement and all of your pseudo-involvement in my life

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