Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Maio, 2010

Para mim:

É o nosso próprio retrato. A nossa obsessão por querer algo que não pode ser nosso. É o desespero, por o perdermos e não saber o que fazer. Saber que é nosso, por breves momentos, mas saber que o podemos perder a qualquer segundo. É o aperceber de como a vida é curta e tudo pode acabar. É saber, que apesar de podermos viver até sermos bastante idosos , tudo pode acabar de repente. É esse choque que nos estoura, que nos arranca do corpo, que nos leva a pôr tudo em causa, que nos mostra o quão pequenos somos. É a vida, vista de outra forma.

Anúncios

Read Full Post »

O concerto, seria para as crianças, ou para os pais delas?

Read Full Post »

Ironia…

Copiar num teste de Ética e Deontologia…

Read Full Post »

Nota: A pedido deste indivíduo, e na sequência do que ele escreveu, tomo a iniciativa de fazer este post. Contudo, a iniciativa, também se deveu a um artigo que li. Tal artigo, veio na revista Domingo, que sai todos os domingos (quem diria) com o Jornal Correio da Manhã. O título do artigo, é o mesmo do deste post. (ironia do destino, este artigo sair neste altura)

As mulheres, evoluíram. Notamos hoje e de alguns anos para trás, eu talvez nem tanto, que ainda sou novinho, a emancipação da mulher. A todos os níveis, começamos a notar mais, e ainda bem, a posição da mulher. Tanto a nível profissional, mas principalmente, e é aí que eu quero enquadrar este texto, a nível amoroso. As mulheres, já não são como antigamente, é um facto. São independentes, são seguras, sentem-se bem como são e sobretudo, são elas agora que, a par dos homens, também dão as cartas no “flirt”. Já não vemos as rapariguinhas envergonhadas que, para terem um namorado, esperam que seja ele a fazer a aproximação. Hoje, vemos uma nova geração de mulheres. É inegável isso. O cerne deste post, por assim dizer, foca-se nisto: será a mulher, no momento chave, a última a ter a palavra?

A minha resposta, e para quem teve a paciência de ler os comentários do texto que o Pedro escreveu, é não. Mas, também poderia ser sim. É fácil de perceber onde é que eu quero chegar com isto: tanto homens como mulheres, têm exactamente a mesma capacidade, de controlar o rumo de um engate. Têm exactamente a mesma capacidade de dizer sim, ou não. De dar início ao flirt, como a acabar com ele. As capacidades são iguais. Mas, e agora dou, sem vergonha, o braço a torcer ao Pedro, uma coisa é verdadeira: os homens são mais desesperados que as mulheres. Acho que foi aqui, Pedro, que te devias ter focado e, se assim fosse, eu dava-te a razão. Quantas vezes vemos, um desgraçado, a fazer-se à força toda a uma rapariga, mesmo ela sendo feia (sim Pedro, não vou ser paternalista, quem não gostar, pode pôr na beira do prato), só para ir de “papo cheio” para casa e para ter mais uma história para contar ao “pessoal”? A resposta é: muitas vezes. Melhor resposta, poderia ser: vemos mais isso, por parte dos homens, do que da parte das mulheres. Elas são selectivas, se vão engatar alguém, para uma “one night stand”, preferem fazê-lo com alguém bem parecido.  O que eu acabei de dizer, é dito no artigo que li na Domingo, por quatro testemunhos de mulheres).

O desespero de um homem, pode leva-lo a descer os seus padrões de bom gosto. Isto leva, logicamente, a que uma mulher com pinta, tenha uma vantagem enorme sobre ele. Pode fazer o que quiser com ele, por assim dizer. Pode-lhe, facilmente, dar trela, para ele lhe pagar mais bebidas (sim Pedro, vou usar o exemplo da discoteca, shame on me…). É fácil de ser feito. Aliás muito fácil, quando a carteira está cheia e o desespero está a aumentar a cada segundo que passa:

Quando é que saímos daqui??? Quero é levar-te para casa…. – pense ele, mas mal sabe, que além de ficar em “jejum”, vai provavelmente a pé para casa, porque não vai haver nem dinheiro para táxi, nem para o metro.

Esta situação, deve ser bastante conhecida para vocês, tanto para quem observa, como para quem tenta, a todo custo, arranjar alguém para se “libertar”. E provavelmente, como eu referi atrás, de certeza que observam mais isto do lado masculino, do que do lado feminino. Atrevo-me até a dizer: alguma vez viram isto a acontecer do lado feminino? Por engraçado que pareça, ou fatal, uma das mulheres dizia sem problemas: “Nunca levei uma nega. Pelo contrário, consegui sempre aquilo que queria”. Curioso, ou não, é  a maneira como todo o ritual está a mudar. Como o antigo engate, se extinguiu e ainda bem. Mas ainda assim, um dos testemunhos, referiu o preconceito relacionado com a “tomada de posse” das mulheres: um homem engatatão é o maior, mas uma mulher que engata é uma puta”. Um sexólogo, ainda disse algumas coisas sobre o fenómeno, mas baseou-se, essencialmente, no orgulho ferido que homens podem sentir, ao serem engatados, em vez de engatar. Honestamente, acho isso bastante saudável: “lets switch rolls for a moment…”. Baseado no que li, posso abordar outro assunto: a complexidade das mulheres e a simplicidade dos homens. Penso que estas mulheres sabem bem o que querem, sejamos sinceros: querem sexo. Rápido e sem demasiadas perguntas ou “ligações” à pessoa com quem o vão ter. Elas sabem exactamente aquilo que procuram, aliás, elas admitem que é o que querem. Mais, elas dizem que preferem que no dia seguinte, se as relações forem na casa dela, de manhã, o homem já tenha saído. Mais simples que isto é impossível. O homem, age da mesma maneira, ele sabe o que quer. Ele sabe porquê é que está a fazer aquele esforço todo. Ele sabe e não se importa. A complexidade, nestes casos, nasce quando há um querer, pós sexo, que não é partilhado pelas duas pessoas. A complexidade e simplicidade, é partilhada, a meu ver, igualmente pelos dois sexos. É-me difícil imaginar um lado a sê-lo mais que o outro, porque isto envolve duas coisas: personalidade e objectivos. Personalidade, é independente do sexo, tem a ver com as nossas experiências, educação social  e com tudo aquilo que nos foi passado, tanto a nível genético, como a nível familiar. Objectivos, também é algo independente do sexo, porque ou estamos naquele momento para encontrar o amor da nossa vida, ou para engate rápido e sem perguntas. Poderão perguntar-me: porquê é que o homem é mais desesperado que a mulher? Sinceramente não sei. Poderia ter lido algo relacionado com isso, antes de escrever este texto, mas não o fiz. Mas digo o que digo, puramente baseado em experiência pessoal.

—————————————————————————————————————————————————————————————–

Post Scriptum: Encontrei isto, sobre o tal  “porquê do desejo sexual do homem (desespero) ser maior que o da mulher”:


Dra Olga Tessari: O desejo sexual está presente da mesma forma em homens e mulheres, mas, as mulheres, em geral, não despertam para toda a intensidade do desejo sexual, seja porque não são estimuladas de forma adequada por seus parceiros ou mesmo por crenças erróneas a respeito do que seja o desejo sexual devido à  cultura, sociedade e religião. Os homens são capazes de separar sexo de afeto, enquanto a maioria das mulheres não o é.

Outra razão, para as mulheres não serem tão desesperadas, é serem mais inteligentes que o homem. Faz sentido, uma vez que escolhem o que lhes interessa. Enquanto que grande parte dos homens, é o que lhes vem à rede.

E aqui encontrei um estudo sobre o assunto.

Read Full Post »

Read Full Post »

Se ao menos, nesta cena, o Andy Garcia se calasse…

Read Full Post »

Adam v…

Quis ser surdo durante quatro segundos, cego durante dois e ambos durante quinze minutos. Escuro, de rastos e sem nada… Curioso e triste, ao mesmo tempo, o dobro o segundo, em relação ao primeiro, e apenas o primeiro, por só me aperceber agora. Temi, porque não compreendi. Quis ser ambos, porque não percebi. Mas agora aceito, sem choro, sem nada. É assim. “Não julgues que és diferente, não és”, ouvi eu. Mas entre choro, não percebi. Parei, pensei e vi. Somos todos iguais, no final somos. Ponderando bem, somos. Pensamos que não e esperamos que não, como nos orgulhamos de sermos diferentes. Pois, mas deixemo-nos de merdas. As coisas são como são. Aí, depois de tudo, finalmente cheguei a essa conclusão. Aí, e só aí, comi e ri. Porque é no aceitar que conseguimos avançar. E é em pegar nas coisas que tomamos como garantidas e fazer delas como perdidas a cada segundo, para as conquistar logo a seguir. Tem lógica? Não. Dá trabalho? Sim. Mas só o que custa vale a pena.

Read Full Post »

Older Posts »