Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Junho, 2010

Pink(y) Lady (by me xD)

Infelizmente, o som do arpejo saiu terrivelmente mal.

Read Full Post »

Sobre: Amizade

Segunda vez que irei falar do assunto aqui. Talvez por ver quando as coisas estão a ser de novo percorridas, me sinta a repetir-me:

Chegando a um ponto de não retorno, vejo as coisas como elas são: sempre foram assim e vão continuar a ser. O curso acabou e as pessoas vão, cada uma para o seu lado. Sinto-me triste, honestamente. Foram pessoas que me acompanharam durante bastante tempo, outras nem tanto, mas nem por isso menos importantes que as primeiras. Sempre tive uma relação com a amizade um bocado fria e bastante desconfiada. Não existem relações de amizade. Para mim é tão simples quanto isso. Acredito que há pessoas que tenham e invejo-as imenso por isso. É daquelas coisas que invariavelmente do dinheiro que tenhamos, ou do quão bom sejamos a alguma coisa, é difícil de encontrar. Já tive bons amigos. Dois, para ser exacto. Um de cada vez, para ser sincero. Hoje, não tenho nenhum, apenas colegas e conhecidos. Espero que as pessoas que estejam a ler isto não fiquem desiludidas com o que acabei de dizer, porque o meu conceito de colega e amigo, é diferente do da maioria das pessoas. Eu, conheço pessoas que neste momento estão entre isso: amigo e colega e outras abaixo de amigo (porque nunca foram colegas). É uma definição à qual ainda não encontrei um nome digno do seu significado. Uns são mais importantes que outros, como é natural, daí talvez não tenha pressa, nem tão pouco necessidade, de encontrar um nome digno do seu significado. Que importa a merda de um nome? Um nome é só um nome.

Acabou. Como é natural nas coisas, tudo acaba. É triste, mas também é bom. O que me deixa triste, aqui, é: e agora? Que relação terei com estas pessoas? Aqui e agora, se vêem as relações que foram criadas. Eu nunca acreditei muito em relações criadas a partir da escola, porquê? Porque normalmente, não existe a necessidade das pessoas se esforçarem pela relação, porquê? Porque amanhã é outro dia e tudo estará bem e estaremos juntos outra vez. Não há necessidade de marcar um café, ou um almoço, ou um encontro, nada. Não existe esse esforço, daí a levar as coisas a um estado de conforto dificilmente abdicável. E agora que as coisas acabaram? E agora que tem de haver esforço? Agora que há necessidade de estar com aquele fulano com quem me ria à brava?  É curioso e estúpido, estar a imaginar quem irá ligar a quem, para marcar não sei o quê. Quem terá a iniciativa? Quem não quererá saber de mais nada? É maravilhoso para mim pensar nessas possibilidades, provavelmente porque tenho tempo demais para pensar nessas coisas, ou provavelmente porque dou demasiado valor às pessoas com quem me relaciono.  Talvez por dar demasiada importância à amizade, é que fiquei sem amigos. Por ser demasiado exigente? Não sei.

What now? Para ser sincero, não sei. Vou tentar marcar o máximo de coisas possíveis com o máximo de pessoas possíveis. O trabalho começa e aperta, mas quando se quer, nada é impedimento. Mas e as outras pessoas, farão o mesmo esforço? Também não sei. Não sei com que contar. Porque tudo que tínhamos como assente, desapareceu: a escola. Se queremos uma nova “escola”, temos que a ser nós a criar. Não tem que ser da praxe, marcar este tipo de encontros. Detesto isso, as coisas têm que sair naturalmente.

Este tema, há já algum tempo queria abordar. Não por querer dar alguma dica aos meus colegas (digo “colegas”, por não lhe saber dar outro nome…) do género: pessoal, estou aqui sozinho, convidai-me para alguma coisa. Não preciso disso, eu costumo ter a iniciativa. Mas também por ter a certeza que pouquíssimos deles, vêm aqui ler o que escrevo, não por desconhecimento que escrevo, mas outra coisa qualquer. Para terminar, deixo-vos com esta frase:

“(…) se consideras, porém, “amigo” alguém em quem não confias tanto como em ti próprio, então cometes um erro grave e mostras não conhecer bem o significado da verdadeira amizade.” Cartas a Lucílio, Séneca

P.S: Para os que de facto lêem e que se sentiram incomodados:

Se de facto se sentem incomodados, é porque me consideram vosso amigo. Se tal é verdade, então, como vosso amigo que vocês consideram, compreendei e respeitai a minha opinião. Para os que não compreendem, então, provavelmente, não sou vosso amigo e, assim sendo, não têm nada com que se preocupar. 🙂

Read Full Post »

Finally…

E depois de 6 meses a tocar piano, finalmente foi-me concedida a autorização, por parte da minha professora, para poder tocar a este nível:

Mozart: Piano Sonata #11 In A, K 331 – 3. Rondo Alla Turca

Read Full Post »

A new Project….

Me, with a bunch of school colleagues, have created this blog (hope you like).

Read Full Post »

É um pensamento que me tem vindo à cabeça, já o discuti com a minha namorada, mas também com colegas meus (para ter uma opinião mais diversificada) e invariavelmente a conclusão é a mesma. Vamos imaginar uma rapariga que queira ir para a noite para o engate. Para tal, ela vai cuidar de si: cabeleireiro (talvez, ou pelos dar uma atenção maior ao penteado), maquilhagem, uma roupa engraçada (se possível com decote, para garantir sucesso) e prontos that’s it. Agora vamos imaginar um homem:

Que raio é que um homem pode fazer para ter o mesmo impacto que a mulher, anteriormente descrita?

Podem-me dizer que pode fazer a barba. Mas depois eu posso-vos dizer que muitas mulheres gostam de barba. Podem-me dizer que no máximo, pode ir de camisinha, uma calça mais formal, um perfume. Pronto e é isso. Um homem que se queira safar, tem que se basear em cerca de 80% no seu corpo e cara e 20% em extras (roupas, conversa, cabelo, perfume, etc,etc). Uma mulher não. Uma mulher, pode não ser nada de especial e com um bocado de maquilhagem e um bom corte de cabelo, fica outra pessoa. Aliás, isso é notório se “abrirmos os olhos”. Grande parte das mulheres que vemos na rua, ou em qualquer lado a que vamos, não são bonitas, mas nós pensamos que sim.  É curioso as coisas funcionarem para um lado e não tão notoriamente para o outro. É verdade e é triste. Porque simplesmente uma mulher, nesse campo, não tem que se esforçar nem em metade que um homem. Para concluir ,não pretendo tirar qualquer conclusão do que acabei de dizer, apenas quero deixar, a quem lê este post, a pensar. E como diz  o outro:

Ui, se tiver de mini-saia aí é que é….

Read Full Post »

As we grow up…

É curioso olhar para trás e observar o que ouvíamos há 5 ou 6 anos e comparar com o que ouvimos agora. Em (grande) parte, a minha educação musical, foi-me dada por este chefe (e desde já lhe agradeço). Estou a falar disto, porque desde há alguns meses, quase meio ano, só tenho ouvido música clássica (cerca de 90%) e de repente, olho para a minha estante e vejo 3 cds dos Manowar. Um sentimento de nostalgia invadiu-me e tive que passar as músicas todas para o Pc e começar freneticamente a ouvi-las. Como me poderia esquecer da: Blow your speakers, Carry on, Fighting the World, Kings of Metal, Heart of Steel, The Crown and the Ring, Kingdom Come, Fast Taker, Shell Shock, Manowar, etc etc.  Mas aquela que me marcou mais,  foi esta, principalmente pela letra (muitas vezes ouvimos uma música e nem sequer entendemos bem o que estamos a ouvir, podem nos chamar do pior que há, mas ainda assim ouvimo-la com gosto):

I hear the sound in a metal way
I feel the power rolling on the stage
‘Cause only one thing really sets me free
Heavy metal, loud as it can be

Baby I was born to play music
I am a man with a screaming guitar
There’s a light in a middle of the stage
And in a minute I’ll be wearing it all
I don’t know another way of living
Man I couldn’t really care
Give me a pair of jeans and a riff that’s mean
And girls that love to share

Heavy metal, metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal, heavy metal daze

Living like there’s no tomorrow
Yeah Currie says we’re on the edge
He said man you’re really graffic
This bands a social wedge
Yeah we all got hearts made of metal
And our blood is hot molten rock
And If I don’t hear the sound of metal
I go into shock

So mister D. J. play just one for me
You know the one with the crashin’ and the screams
‘Cause only one thing really sets me free
Heavy metal loud as it can be


Esta música bateu-me tanto que escrevi na minha All Star esquerda isto:

Heavy

Loud as

E na direita:

Metal

it can be

Como sabe bem, passado tanto tempo ouvi-los de novo.

Read Full Post »

Read Full Post »

Older Posts »