Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for the ‘Despairs’ Category

Fail….

Na semana seguinte, abandona o navio…

Enfim, deve andar a precisar de uma pulseira Power Balance…

Read Full Post »

Boarding Pass é um programa que passa na Sic mulher, apresentado por Ana Rita Clara. O programa, supostamente, deveria consistir numa forma de mostrar outras cidades às pessoas: sítios a visitar, restaurantes, etc, etc. Neste caso, Ana Rita Clara anda de viagem pela Europa a, supostamente, apresentar algumas cidades aos telespectadores. Pois bem, supostamente, penso que esse seria o objectivo. No entanto, o que eu vejo é uma gaja que a cada 2 minutos do programa muda de roupa. É um programa que se foca mais em poses bonitas de Ana Rita Clara do que propriamente naquilo que se deveria focar. Este programa chegou ao cúmulo de em cerca de 10 segundos apenas mostrar caretas de Ana Rita Clara. Enfim, nem consigo entender como é que um programa deste nível consegue ser posto no ar. Acho que a Sic, deveria olhar um bocado para a concorrência e tirar umas dicas (refiro-me ao programa “Os fugidores” que passava no AXN), isso ou eu sair mais de casa. Mas por favor não acreditem em mim, see for yourself.

Read Full Post »

Considero-me uma pessoa honesta. Honesta num contexto académico. No sentido de ser capaz de ver o que fiz e o que não fiz num trabalho de grupo. Já estive num ou dois trabalhos às costas de alguém ( desculpa Bouças…), mas tentei redimir-me fazendo outro sozinho. Admito que é um comportamento lamentável. Sei-o hoje, mas não quis saber quando isto ocorreu. Agradeço a mim mesmo por nunca mais o ter feito, não por ter tido mais trabalho, mas porque aprendi alguma coisa sozinho. Arrependo-me  também, por ter feito muitos trabalhos em grupo. Arrependo-me, não porque as pessoas que fizeram comigo se aproveitaram, mas porque essencialmente, aprendemos mais sozinhos. E hoje ainda penso: ainda bem que tive um georgiano no meu grupo (que não fazia nada), pois deu-me oportunidade para evoluir as minhas capacidades como programador. Venho com esta conversa, também por ter falado com o Nelson, mas também por o já ter falado com a minha namorada. Há pessoas que abusam. Isso é um facto. Mas o que me deixa perturbado com esta realidade é a falta de consciência que as pessoas têm em alguns casos. Por um lado, porque a pessoa que fez tudo, deixar andar como se nada fosse. Por outro, porque a pessoa que anda a cavalo, achar que está tudo bem (e às vezes, achar que também trabalhou). É triste, mas é real. Ninguém me contou, em presenciei isto durante alguns anos. O Nelson rematou, na altura da conversa isto:

Nem toda a gente tem capacidades para fazer um trabalho. Às vezes ficámos às cavalitas de uma pessoa, mas temos consciência disso e admitimo-lo ao “cavalo”. Gostaríamos de fazer mais, mas simplesmente não conseguimos.

Bem, concordo com o Nelson. Contudo, o facto de admitirmos uma coisa, em termos práticos, não tornam a coisa melhor: o trabalho tem que ser feito. Mas para o “cavalo”, interiormente, faz toda a diferença.

A segunda parte deste post, diz respeito à falta de sensibilidade (maldade) que existe entre pessoas que moram num apartamento, tipicamente, nos apartamentos alugados com o pessoal da universidade. Este assunto é delicado, também por já ter feito merda de propósito (a pessoa que sofreu, mereceu, muito honestamente), mas fundamentalmente porque relações humanas são complicadas. É difícil morar com pessoas que quase não conhecemos. É difícil estarmos habituados à papinha da mamã em casa e começarmos de repente a ter que cozinhar, limpar, dormir a horas direitas, para acordar no dia seguinte. É tão difícil e exige tanta responsabilidade e maturidade que decidi sair do apartamento onde estava e voltar para casa. Honestamente, não estava preparado (ou sou demasiado cansado…). As pessoas, mais uma vez, e porque somos uma espécie espectacular, abusam. A partir do momento em que temos alguém que faz a comida regularmente para nós e que a seguir é ainda capaz de lavar a louça toda… Ui… jackpot… Também se torna complicado, quando de repente queremos dormir e uma festa começa, uma divisão ao lado. Independentemente de querermos a música mais baixo, tal não vai acontecer. O barulho geral, também não vai sossegar. Poucas são as pessoas que iriam acalmar a festa, poucas são as que iriam pedir desculpa pelo sucedido, mas são muitas que na noite seguinte são capazes de repetir a façanha. Não pela festa em si, não pelo convívio, mas sim por maldade. É engraçado, de certa forma, assistir a isto. Ouvir e ver estas coisas acontecerem. Its funnythe way people “work”… A vida é difícil. Estar sozinho é uma merda, toda a gente sabe isso. O ser humano é uma espécie social. Gostámos de rir, falar, enfim, conviver com outras pessoas. Requer uma tremenda  dose de maturidade, responsabilidade e sensibilidade, para que as coisas corram bem. Temos que saber ver quando é que nós acabámos e quando é que a outra pessoa começa. É isso que diferencia boas relações de outras coisas quaisquer…

Read Full Post »

Sobre: Amizade

Segunda vez que irei falar do assunto aqui. Talvez por ver quando as coisas estão a ser de novo percorridas, me sinta a repetir-me:

Chegando a um ponto de não retorno, vejo as coisas como elas são: sempre foram assim e vão continuar a ser. O curso acabou e as pessoas vão, cada uma para o seu lado. Sinto-me triste, honestamente. Foram pessoas que me acompanharam durante bastante tempo, outras nem tanto, mas nem por isso menos importantes que as primeiras. Sempre tive uma relação com a amizade um bocado fria e bastante desconfiada. Não existem relações de amizade. Para mim é tão simples quanto isso. Acredito que há pessoas que tenham e invejo-as imenso por isso. É daquelas coisas que invariavelmente do dinheiro que tenhamos, ou do quão bom sejamos a alguma coisa, é difícil de encontrar. Já tive bons amigos. Dois, para ser exacto. Um de cada vez, para ser sincero. Hoje, não tenho nenhum, apenas colegas e conhecidos. Espero que as pessoas que estejam a ler isto não fiquem desiludidas com o que acabei de dizer, porque o meu conceito de colega e amigo, é diferente do da maioria das pessoas. Eu, conheço pessoas que neste momento estão entre isso: amigo e colega e outras abaixo de amigo (porque nunca foram colegas). É uma definição à qual ainda não encontrei um nome digno do seu significado. Uns são mais importantes que outros, como é natural, daí talvez não tenha pressa, nem tão pouco necessidade, de encontrar um nome digno do seu significado. Que importa a merda de um nome? Um nome é só um nome.

Acabou. Como é natural nas coisas, tudo acaba. É triste, mas também é bom. O que me deixa triste, aqui, é: e agora? Que relação terei com estas pessoas? Aqui e agora, se vêem as relações que foram criadas. Eu nunca acreditei muito em relações criadas a partir da escola, porquê? Porque normalmente, não existe a necessidade das pessoas se esforçarem pela relação, porquê? Porque amanhã é outro dia e tudo estará bem e estaremos juntos outra vez. Não há necessidade de marcar um café, ou um almoço, ou um encontro, nada. Não existe esse esforço, daí a levar as coisas a um estado de conforto dificilmente abdicável. E agora que as coisas acabaram? E agora que tem de haver esforço? Agora que há necessidade de estar com aquele fulano com quem me ria à brava?  É curioso e estúpido, estar a imaginar quem irá ligar a quem, para marcar não sei o quê. Quem terá a iniciativa? Quem não quererá saber de mais nada? É maravilhoso para mim pensar nessas possibilidades, provavelmente porque tenho tempo demais para pensar nessas coisas, ou provavelmente porque dou demasiado valor às pessoas com quem me relaciono.  Talvez por dar demasiada importância à amizade, é que fiquei sem amigos. Por ser demasiado exigente? Não sei.

What now? Para ser sincero, não sei. Vou tentar marcar o máximo de coisas possíveis com o máximo de pessoas possíveis. O trabalho começa e aperta, mas quando se quer, nada é impedimento. Mas e as outras pessoas, farão o mesmo esforço? Também não sei. Não sei com que contar. Porque tudo que tínhamos como assente, desapareceu: a escola. Se queremos uma nova “escola”, temos que a ser nós a criar. Não tem que ser da praxe, marcar este tipo de encontros. Detesto isso, as coisas têm que sair naturalmente.

Este tema, há já algum tempo queria abordar. Não por querer dar alguma dica aos meus colegas (digo “colegas”, por não lhe saber dar outro nome…) do género: pessoal, estou aqui sozinho, convidai-me para alguma coisa. Não preciso disso, eu costumo ter a iniciativa. Mas também por ter a certeza que pouquíssimos deles, vêm aqui ler o que escrevo, não por desconhecimento que escrevo, mas outra coisa qualquer. Para terminar, deixo-vos com esta frase:

“(…) se consideras, porém, “amigo” alguém em quem não confias tanto como em ti próprio, então cometes um erro grave e mostras não conhecer bem o significado da verdadeira amizade.” Cartas a Lucílio, Séneca

P.S: Para os que de facto lêem e que se sentiram incomodados:

Se de facto se sentem incomodados, é porque me consideram vosso amigo. Se tal é verdade, então, como vosso amigo que vocês consideram, compreendei e respeitai a minha opinião. Para os que não compreendem, então, provavelmente, não sou vosso amigo e, assim sendo, não têm nada com que se preocupar. 🙂

Read Full Post »

Hoje vivi uma situação desagradável. Daquelas que são perfeitamente evitáveis, mas, que pela força da estupidez humana, ocorrem. Foi-me dado um questionário para preencher. (o tema, para o caso não é importante, apenas é importante salientar que faz parte de um projecto final do curso de gestão) Aceitei-o e comecei a ler. Contudo, em menos de cinco minutos, estava-me a levantar da cadeira e, em plenos pulmões, no meio da biblioteca, disse, à pessoa que me tinha entregue: “isto é uma merda”. Bem, aqui começa a estupidez. Reconheço isso. Reconheço que não havia necessidade de incomodar as outras pessoas que por ali estavam. Mas reconheço que aquilo era uma merda. E porque é que tão infeliz questionário merece uma adjectivação tão pesada? Por possuir três características fantásticas:

  1. Perguntas redundantes.
  2. Perguntas contraditórias.
  3. Perguntas sem qualquer sentido.

Pois bem, o que me leva neste momento a escrever este post, não é propriamente o facto da pessoa que me entregou o questionário, ter ficado lixada comigo. Nem o facto de mais três pessoas terem a mesma opinião que eu. Nem mesmo a parte em que um colega meu tenta explicar o problema do questionário e o mesmo, automaticamente,  é-lhe arrancado das mãos. Não, o post não é sobre isso. É mais sobre a relação entre a crítica e o orgulho.

Eu sou orgulhoso. E muitas vezes, admito que, por estupidez, insisto na mesma opinião (com um sorriso na cara como quem diz: eu sei que tens razão e eu estou errado, mas não o vou admitir), mesmo estando errado. Eu sei isso. Mas penso que o primeiro passo, é saber que existe a hipótese de estarmos errados. Acho que é um passo fundamental, na evolução da nossa maturidade. O segundo passo ( e ainda ando a trabalhar nesse), é aquele em que dá-mos o braço a torcer, sem problemas e com um sorriso na cara (não com o meu sorriso de idiota, mas aquele sorriso de aceitação). Acho, por isso, que o orgulho, é um dos nossos maiores entraves. Não nos deixa muitas vezes evoluir como pessoas e, como já dei a entender, também não nos deixa evoluir profissionalmente: basicamente, não aceitámos a opinião de ninguém e ficamos parados na ignorância. Com isto que eu disse, não quer dizer que à primeira coisa que nos digam, tenhamos que admitir que aquela pessoa tem razão. Não, nada disso, o que eu tento transmitir com este post, é que se deve ter sempre a noção que aquilo que fizemos, poderá estar mal e muito provavelmente existirá uma melhor maneira de o fazer. Se a pessoa que nos está a dizer tem razão, ou não, não interessa. Interessará depois, após uma análise dos seus argumentos. Se sim, pois muito bem, vamos melhorar aquilo que temos e aprender qualquer coisa. Se não, temos razão e quem aprendeu foi a outra pessoa.

Read Full Post »

Ironia…

Copiar num teste de Ética e Deontologia…

Read Full Post »

Nota: A pedido deste indivíduo, e na sequência do que ele escreveu, tomo a iniciativa de fazer este post. Contudo, a iniciativa, também se deveu a um artigo que li. Tal artigo, veio na revista Domingo, que sai todos os domingos (quem diria) com o Jornal Correio da Manhã. O título do artigo, é o mesmo do deste post. (ironia do destino, este artigo sair neste altura)

As mulheres, evoluíram. Notamos hoje e de alguns anos para trás, eu talvez nem tanto, que ainda sou novinho, a emancipação da mulher. A todos os níveis, começamos a notar mais, e ainda bem, a posição da mulher. Tanto a nível profissional, mas principalmente, e é aí que eu quero enquadrar este texto, a nível amoroso. As mulheres, já não são como antigamente, é um facto. São independentes, são seguras, sentem-se bem como são e sobretudo, são elas agora que, a par dos homens, também dão as cartas no “flirt”. Já não vemos as rapariguinhas envergonhadas que, para terem um namorado, esperam que seja ele a fazer a aproximação. Hoje, vemos uma nova geração de mulheres. É inegável isso. O cerne deste post, por assim dizer, foca-se nisto: será a mulher, no momento chave, a última a ter a palavra?

A minha resposta, e para quem teve a paciência de ler os comentários do texto que o Pedro escreveu, é não. Mas, também poderia ser sim. É fácil de perceber onde é que eu quero chegar com isto: tanto homens como mulheres, têm exactamente a mesma capacidade, de controlar o rumo de um engate. Têm exactamente a mesma capacidade de dizer sim, ou não. De dar início ao flirt, como a acabar com ele. As capacidades são iguais. Mas, e agora dou, sem vergonha, o braço a torcer ao Pedro, uma coisa é verdadeira: os homens são mais desesperados que as mulheres. Acho que foi aqui, Pedro, que te devias ter focado e, se assim fosse, eu dava-te a razão. Quantas vezes vemos, um desgraçado, a fazer-se à força toda a uma rapariga, mesmo ela sendo feia (sim Pedro, não vou ser paternalista, quem não gostar, pode pôr na beira do prato), só para ir de “papo cheio” para casa e para ter mais uma história para contar ao “pessoal”? A resposta é: muitas vezes. Melhor resposta, poderia ser: vemos mais isso, por parte dos homens, do que da parte das mulheres. Elas são selectivas, se vão engatar alguém, para uma “one night stand”, preferem fazê-lo com alguém bem parecido.  O que eu acabei de dizer, é dito no artigo que li na Domingo, por quatro testemunhos de mulheres).

O desespero de um homem, pode leva-lo a descer os seus padrões de bom gosto. Isto leva, logicamente, a que uma mulher com pinta, tenha uma vantagem enorme sobre ele. Pode fazer o que quiser com ele, por assim dizer. Pode-lhe, facilmente, dar trela, para ele lhe pagar mais bebidas (sim Pedro, vou usar o exemplo da discoteca, shame on me…). É fácil de ser feito. Aliás muito fácil, quando a carteira está cheia e o desespero está a aumentar a cada segundo que passa:

Quando é que saímos daqui??? Quero é levar-te para casa…. – pense ele, mas mal sabe, que além de ficar em “jejum”, vai provavelmente a pé para casa, porque não vai haver nem dinheiro para táxi, nem para o metro.

Esta situação, deve ser bastante conhecida para vocês, tanto para quem observa, como para quem tenta, a todo custo, arranjar alguém para se “libertar”. E provavelmente, como eu referi atrás, de certeza que observam mais isto do lado masculino, do que do lado feminino. Atrevo-me até a dizer: alguma vez viram isto a acontecer do lado feminino? Por engraçado que pareça, ou fatal, uma das mulheres dizia sem problemas: “Nunca levei uma nega. Pelo contrário, consegui sempre aquilo que queria”. Curioso, ou não, é  a maneira como todo o ritual está a mudar. Como o antigo engate, se extinguiu e ainda bem. Mas ainda assim, um dos testemunhos, referiu o preconceito relacionado com a “tomada de posse” das mulheres: um homem engatatão é o maior, mas uma mulher que engata é uma puta”. Um sexólogo, ainda disse algumas coisas sobre o fenómeno, mas baseou-se, essencialmente, no orgulho ferido que homens podem sentir, ao serem engatados, em vez de engatar. Honestamente, acho isso bastante saudável: “lets switch rolls for a moment…”. Baseado no que li, posso abordar outro assunto: a complexidade das mulheres e a simplicidade dos homens. Penso que estas mulheres sabem bem o que querem, sejamos sinceros: querem sexo. Rápido e sem demasiadas perguntas ou “ligações” à pessoa com quem o vão ter. Elas sabem exactamente aquilo que procuram, aliás, elas admitem que é o que querem. Mais, elas dizem que preferem que no dia seguinte, se as relações forem na casa dela, de manhã, o homem já tenha saído. Mais simples que isto é impossível. O homem, age da mesma maneira, ele sabe o que quer. Ele sabe porquê é que está a fazer aquele esforço todo. Ele sabe e não se importa. A complexidade, nestes casos, nasce quando há um querer, pós sexo, que não é partilhado pelas duas pessoas. A complexidade e simplicidade, é partilhada, a meu ver, igualmente pelos dois sexos. É-me difícil imaginar um lado a sê-lo mais que o outro, porque isto envolve duas coisas: personalidade e objectivos. Personalidade, é independente do sexo, tem a ver com as nossas experiências, educação social  e com tudo aquilo que nos foi passado, tanto a nível genético, como a nível familiar. Objectivos, também é algo independente do sexo, porque ou estamos naquele momento para encontrar o amor da nossa vida, ou para engate rápido e sem perguntas. Poderão perguntar-me: porquê é que o homem é mais desesperado que a mulher? Sinceramente não sei. Poderia ter lido algo relacionado com isso, antes de escrever este texto, mas não o fiz. Mas digo o que digo, puramente baseado em experiência pessoal.

—————————————————————————————————————————————————————————————–

Post Scriptum: Encontrei isto, sobre o tal  “porquê do desejo sexual do homem (desespero) ser maior que o da mulher”:


Dra Olga Tessari: O desejo sexual está presente da mesma forma em homens e mulheres, mas, as mulheres, em geral, não despertam para toda a intensidade do desejo sexual, seja porque não são estimuladas de forma adequada por seus parceiros ou mesmo por crenças erróneas a respeito do que seja o desejo sexual devido à  cultura, sociedade e religião. Os homens são capazes de separar sexo de afeto, enquanto a maioria das mulheres não o é.

Outra razão, para as mulheres não serem tão desesperadas, é serem mais inteligentes que o homem. Faz sentido, uma vez que escolhem o que lhes interessa. Enquanto que grande parte dos homens, é o que lhes vem à rede.

E aqui encontrei um estudo sobre o assunto.

Read Full Post »

Older Posts »