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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Weeeeeee….

Long time no see, só para matar saudades. 😀

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What could it be?

“Com este perfume, era uma mulher, ou um maricas…”

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Gentle Giant

Dedicada a todos os Josephs deste mundo…

 

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Ensino

Lembro-me ainda, como tivesse acontecido há pouquíssimo tempo, de ir para a praxe e, com os olhos colados no chão, ouvir comentários:

Ui, é o cadeirão do curso. Dificílimo, o professor é um cabrão. Vocês estão bem fodidos

Lembro-me bem. Ficava com medo, aliás quase toda a gente ficava com medo. A seguir entrávamos na aula. Na tal aula. E o que poderia ser algo simples, era tornado em algo que poucos conseguiriam fazer. Este foi o meu primeiro ano de universidade. O meu segundo ano (já noutro sítio, começando outra vez tudo de novo), foi diferente. Ouvia-os na mesma. Eles estão em todo o lado, mas desta vez não me preocupei muito. Estudei de forma regular e consegui acabar o curso em três anos. O modo de ensinar (o paradigma), mudou, mas as pessoas não conseguiram acompanhar a mudança. Estamos habituados, desde bastante cedo a ter alguém que nos dá nas orelhas sempre que não fazemos os TPCS. Que nos lembra o quão importante é estudar. Uns segundos pais que irão fazer de tudo para nos manter no rumo certo. É estranho chegarmos agora a um sítio onde não somos o Joaquim Flores (nome inventado), mas sim um número qualquer com quatro ou cinco dígitos. É estranho não ter ali alguém ao lado a puxar por nós. Se chumbar, chumbei. Who cares? Nos trabalhos acontece o mesmo, o professor dá-nos um projecto para fazermos, algumas guidelines e pronto.  É uma merda estarmos tanto tempo a sermos ensinados e de repente termos que aprender sozinhos. Esta para mim, foi a maior dificuldade. Foi entender o que se passa. Nós estamos ali, não para aprender, porque é impossível aprender tecnologias tão complexas que muitas vezes são precisos anos de treino, mas sim para aprender a aprender (como o pessoal costuma dizer, estamos aqui para nos desenrascarmos). Parece triste estarmos a pagar tanto para ali estarmos, tanto esforço para aprendermos apenas isso: aprender a desenrascar. Parece triste, mas na realidade não é. É bom, muito bom. Porque aprendemos que independentemente daquilo que nos ponham à frente no trabalho, vamos arranjar maneira de fazer aquilo, mas também porque nos tornamos mais independentes. O patrão não quer saber como é que fazemos as coisas, desde que estejam feitas. Não os censuro, se estamos a ser pagos, temos que merecer aquilo que ganhámos. É difícil termos capacidade de ver isto nos primeiros tempos na universidade, ou até talvez nunca o vejamos, mas assim que o conseguirmos, as dificuldades são superadas naturalmente, tanto na escola, como na vida.

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Nota: A pedido deste indivíduo, e na sequência do que ele escreveu, tomo a iniciativa de fazer este post. Contudo, a iniciativa, também se deveu a um artigo que li. Tal artigo, veio na revista Domingo, que sai todos os domingos (quem diria) com o Jornal Correio da Manhã. O título do artigo, é o mesmo do deste post. (ironia do destino, este artigo sair neste altura)

As mulheres, evoluíram. Notamos hoje e de alguns anos para trás, eu talvez nem tanto, que ainda sou novinho, a emancipação da mulher. A todos os níveis, começamos a notar mais, e ainda bem, a posição da mulher. Tanto a nível profissional, mas principalmente, e é aí que eu quero enquadrar este texto, a nível amoroso. As mulheres, já não são como antigamente, é um facto. São independentes, são seguras, sentem-se bem como são e sobretudo, são elas agora que, a par dos homens, também dão as cartas no “flirt”. Já não vemos as rapariguinhas envergonhadas que, para terem um namorado, esperam que seja ele a fazer a aproximação. Hoje, vemos uma nova geração de mulheres. É inegável isso. O cerne deste post, por assim dizer, foca-se nisto: será a mulher, no momento chave, a última a ter a palavra?

A minha resposta, e para quem teve a paciência de ler os comentários do texto que o Pedro escreveu, é não. Mas, também poderia ser sim. É fácil de perceber onde é que eu quero chegar com isto: tanto homens como mulheres, têm exactamente a mesma capacidade, de controlar o rumo de um engate. Têm exactamente a mesma capacidade de dizer sim, ou não. De dar início ao flirt, como a acabar com ele. As capacidades são iguais. Mas, e agora dou, sem vergonha, o braço a torcer ao Pedro, uma coisa é verdadeira: os homens são mais desesperados que as mulheres. Acho que foi aqui, Pedro, que te devias ter focado e, se assim fosse, eu dava-te a razão. Quantas vezes vemos, um desgraçado, a fazer-se à força toda a uma rapariga, mesmo ela sendo feia (sim Pedro, não vou ser paternalista, quem não gostar, pode pôr na beira do prato), só para ir de “papo cheio” para casa e para ter mais uma história para contar ao “pessoal”? A resposta é: muitas vezes. Melhor resposta, poderia ser: vemos mais isso, por parte dos homens, do que da parte das mulheres. Elas são selectivas, se vão engatar alguém, para uma “one night stand”, preferem fazê-lo com alguém bem parecido.  O que eu acabei de dizer, é dito no artigo que li na Domingo, por quatro testemunhos de mulheres).

O desespero de um homem, pode leva-lo a descer os seus padrões de bom gosto. Isto leva, logicamente, a que uma mulher com pinta, tenha uma vantagem enorme sobre ele. Pode fazer o que quiser com ele, por assim dizer. Pode-lhe, facilmente, dar trela, para ele lhe pagar mais bebidas (sim Pedro, vou usar o exemplo da discoteca, shame on me…). É fácil de ser feito. Aliás muito fácil, quando a carteira está cheia e o desespero está a aumentar a cada segundo que passa:

Quando é que saímos daqui??? Quero é levar-te para casa…. – pense ele, mas mal sabe, que além de ficar em “jejum”, vai provavelmente a pé para casa, porque não vai haver nem dinheiro para táxi, nem para o metro.

Esta situação, deve ser bastante conhecida para vocês, tanto para quem observa, como para quem tenta, a todo custo, arranjar alguém para se “libertar”. E provavelmente, como eu referi atrás, de certeza que observam mais isto do lado masculino, do que do lado feminino. Atrevo-me até a dizer: alguma vez viram isto a acontecer do lado feminino? Por engraçado que pareça, ou fatal, uma das mulheres dizia sem problemas: “Nunca levei uma nega. Pelo contrário, consegui sempre aquilo que queria”. Curioso, ou não, é  a maneira como todo o ritual está a mudar. Como o antigo engate, se extinguiu e ainda bem. Mas ainda assim, um dos testemunhos, referiu o preconceito relacionado com a “tomada de posse” das mulheres: um homem engatatão é o maior, mas uma mulher que engata é uma puta”. Um sexólogo, ainda disse algumas coisas sobre o fenómeno, mas baseou-se, essencialmente, no orgulho ferido que homens podem sentir, ao serem engatados, em vez de engatar. Honestamente, acho isso bastante saudável: “lets switch rolls for a moment…”. Baseado no que li, posso abordar outro assunto: a complexidade das mulheres e a simplicidade dos homens. Penso que estas mulheres sabem bem o que querem, sejamos sinceros: querem sexo. Rápido e sem demasiadas perguntas ou “ligações” à pessoa com quem o vão ter. Elas sabem exactamente aquilo que procuram, aliás, elas admitem que é o que querem. Mais, elas dizem que preferem que no dia seguinte, se as relações forem na casa dela, de manhã, o homem já tenha saído. Mais simples que isto é impossível. O homem, age da mesma maneira, ele sabe o que quer. Ele sabe porquê é que está a fazer aquele esforço todo. Ele sabe e não se importa. A complexidade, nestes casos, nasce quando há um querer, pós sexo, que não é partilhado pelas duas pessoas. A complexidade e simplicidade, é partilhada, a meu ver, igualmente pelos dois sexos. É-me difícil imaginar um lado a sê-lo mais que o outro, porque isto envolve duas coisas: personalidade e objectivos. Personalidade, é independente do sexo, tem a ver com as nossas experiências, educação social  e com tudo aquilo que nos foi passado, tanto a nível genético, como a nível familiar. Objectivos, também é algo independente do sexo, porque ou estamos naquele momento para encontrar o amor da nossa vida, ou para engate rápido e sem perguntas. Poderão perguntar-me: porquê é que o homem é mais desesperado que a mulher? Sinceramente não sei. Poderia ter lido algo relacionado com isso, antes de escrever este texto, mas não o fiz. Mas digo o que digo, puramente baseado em experiência pessoal.

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Post Scriptum: Encontrei isto, sobre o tal  “porquê do desejo sexual do homem (desespero) ser maior que o da mulher”:


Dra Olga Tessari: O desejo sexual está presente da mesma forma em homens e mulheres, mas, as mulheres, em geral, não despertam para toda a intensidade do desejo sexual, seja porque não são estimuladas de forma adequada por seus parceiros ou mesmo por crenças erróneas a respeito do que seja o desejo sexual devido à  cultura, sociedade e religião. Os homens são capazes de separar sexo de afeto, enquanto a maioria das mulheres não o é.

Outra razão, para as mulheres não serem tão desesperadas, é serem mais inteligentes que o homem. Faz sentido, uma vez que escolhem o que lhes interessa. Enquanto que grande parte dos homens, é o que lhes vem à rede.

E aqui encontrei um estudo sobre o assunto.

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Acho esta notícia brutal. E a resposta da google ainda melhor:

A empresa garante que a recolha de informação foi acidental (devido à inclusão por engano de uma funcionalidade no equipamento dos carros) e que esta nunca foi usada.

Como programador e como pessoa com dois dedos de testa, recuso-me a engolir isto.

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(Chaos Theory, Fractal Art by Vicky Brago-Mitchell)

Today, i was going to meet with some long date friends. I, was expecting to eat with them, at lunch hour. They didn’t came. Does it matter why? No. What would happen to my life if they would come? What things in this world have been changed because of this? The opportunities I have lost? Because of a misinformation between us? I wonder. I stop. I cant predict, or possible imagine this. É tão grande e destrutivo, para mim. Quando paro e fico a pensar nisto. Que ganhei eu com a sua ausência? Tudo o que foi alterado? Tudo o que foi criado? Fico a pensar, nas infinitas combinações, possibilidades, oportunidades, desilusões. Apenas por um mal entendido. E depois penso que, provavelmente, não importa o que mudou. Que não acredito, nem quero acreditar, no destino. Indepentemente daquilo que aconteça, tudo já está programado de uma certa maneira. O padrão já existe, nós é que não o vemos. Na realidade, não estou pensativo e nem tão pouco quero saber do que podia, ou não acontecer. Estou apenas fodido porque não apareceram.

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