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Archive for Agosto, 2008

Afinal, estava certo em relação à minha previsão sobre a nova novela da Sic. Actores fracos e guiões ainda piores. Espanta-me como é que um programa como este consegue ir para o ar. Talvez por ter gajas. Muito provavelmente por isso. Mas, rebeldia onde ? Tenho que admitir que vi um episódio, como é óbvio. Falar mal sem saber como é que é na realidade, seria muito mau da minha parte. Como eu estava a dizer, rebeldia onde ? A única coisa que eu tenho visto, são pessoas com pseudo-argumentos a ir contra os pais ou tutores. É estúpido, sinceramente. É esta a rebeldia desta novela ? Ou é mais um movimento contra os Morangos com Açúcar ? E que movimento sim senhor. Conseguiu reunir tudo dos Morangos, sem dúvida. Gajas, maus actores e péssimos guiões. Parabéns Sic, por mais cultura para idiotas.

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E é com grande pena que a colecção chega ao fim. Sem dúvida alguma um grande apoio para estudiosos e interessados neste maravilhoso campo que é a filosofia. A maneira de pensar e encarar o mundo, com certeza será mais iluminada, pelo menos para mim, com esta colecção. Muito obrigado pela elaboração da mesma.

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Chamada de Atenção.

Uma pequena luz nessa vida de trevas. Tendo um grande número de pessoas chegado a este site através da expressão “meninas emo” no google, tenho a dizer :

Nós, não vendemos, alugámos, emprestamos ou oferecemos meninas emo. Também não divulgamos fotos ou vídeos de indivíduos dessa cultura, ou, até mesmo, de outra qualquer.

Muito Obrigado.

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For this post, i am going to make an initial reference to a book i once read. So the book was called something like ” How to make friends and influence people “. It might seens strange, but i really liked that book. It showed, with some examples, how to treat people, and a guide to : how to resolve this or that situation. It really helped me, to be honest. I started to see the “other” side of view. Wich is very important, when treating people with others mentalities.

Por isso mesmo, algo necessário e fundamental no convívio com outras pessoas é mesmo essa flexibilidade.

Posso confessar que já fui menos flexível ontem e serei um pouco mais amanhã.

Com isto, apenas quero dizer que é um processo lento e bastante difícil de trabalhar. Basta uma pequena má disposição, para sermos menos capazes de ver a perspectiva daquela pessoa. O respeito pela opinião alheia também é bastante complicado de preservar. Quantos de nós não goza com a opinião de indivíduo X ou Y ? Penso que grande parte de nós o faz. Quantas vezes afirmamos algo com tanta fé e, em meia dúzia de segundos, alguém nos prova que estamos errados ?

Quando estamos a falar de verdades lógicas, não há muito a ser feito :

2+2=4

Mas quando tratamos de verdades empíricas, o caso muda de figura. Ninguém consegue dizer com certeza absoluta que X ou Y é verdade. O que nos garante que em 1000 casos sempre foi verdade, no 1001º já pode ser falso. É desta maneira que eu tenho vindo a pensar. Testar o que dizemos sempre, é uma máxima. Devemos ser os críticos da nossa própria opinião. Procurar as falhas e evoluir, ou até mesmo modifica-la. Manter uma opinião errada por teimosia é ignorante e estúpido. Por isso mesmo, nas relações humanas que eu anteriormente referi, essa flexibilidade é de extrema importância. Só com ela, conseguimos evoluir como seres humanos. Com a ajuda dela conseguimos pôr aquele conjunto* detestável de lado.

Analisar e criticar ( construtivamente ) a opinião alheia, cabe a cada um de nós. Não se deixem levar pela onda, como uma vez eu referi. Criticar com respeito, nunca fez mal a ninguém. E se alguém fica chateado com isso, com essa “observação”, não fiquem chateados. Essa pessoa, com certeza, apesar do “amuo” ficou a pensar na vossa crítica. Poderá teimar na sua opinião inicial. Contudo, ao conviver com outras pessoas irá dar uma diferente opinião. Sim, essa opinião com a qual teimou irá ser utilizada. Por isso mesmo, nada de aflições com o “amuo”. Por sermos diferentes e daí originarem diferentes perspectivas, é com o convívio, o respeito, a análise e com alguma flexibilidade que conseguimos uma melhor relação com aquele ou outro indivíduo. Algum tacto é sempre necessário. Alguém perspicaz consegue descodificar perfeitamente um eufemismo. Contudo, nem toda a gente é perspicaz a esse ponto. Sendo as pessoas como “marés” devemos empregar esta figura de estilo sempre que possível, a fim de não envergonhar, ou deixar mal a pessoa em causa. Não acho que seja hipocrisia, de modo algum. Apenas acho que certas chatices ( como “amuos” ) são perfeitamente desnecessários. Portanto, sendo possível evitar tal situação assim aconselho a ser usado.

Achando que este post já está a ficar demasiado grande, por aqui fico. Contudo, gostaria de frisar que para tal título, alguma meditação do assunto deveria ter sido feita. Confesso que tudo o que escrevi foi me vindo de improviso. Acredito que deixei alguns factores importantíssimos de lado. Prometo que irei acrescentar assim que me lembrar.

* Orgulho, teimosia, ignorância e folclore.

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O título é bastante sugestivo, para o que irei dizer. Contudo, é um pouco vago. Conhecendo vós este blog, sabem perfeitamente que não irei falar de talhos ( ou talhos com outra designação ). Hoje vou-me colocar, ou tentar, na perspectiva de uma mulher. Uma mulher normal, neste caso, nem preciso de ser uma “hot babe”. Como sabem, nesta altura do ano, as mulheres andam mais fresquinhas. O que é perfeitamente natural, não tenho nada contra e, sinceramente, nada a favor. O que se torna escandaloso, para mim e para elas, é a maneira como elas são tratadas na rua pelo sexo oposto. Eu diria mais, é vergonhoso. A maneira como o sexo oposto ( homens, mas nem todos ) trata a mulher é ridícula. Dizem que somos parentes dos macacos ( animais ), cada vez concordo mais. Eu imagino uma mulher a andar na rua, com a sua saia, ou o seu top e, de repente, ouve-se :

Oh boa, comia-te toda;

Queres ?

Enfim, poderia continuar por aqui fora. Só irei dizer mais um, porque acho delicioso :

Se fosses uma palmeira, lambia-te os côcos.

A mulher é rebaixada de uma maneira que eu fico parvo. Como é que um homem ( que se digne a intitular-se homem ) pode tratar uma mulher desta maneira ? É monstruoso, no mínimo. A mulher, nestes casos, sente-se um completo pedaço de carne. Comer e deitar fora os restos. É vergonhoso isto. Agora na minha perspectiva de Rui Peres. Tentando eu instruir as pessoas que convivem comigo e se não instruo pelo menos mostro os meus ideais, acabo por ficar sempre mal :

Mas tu és um homem, ou um rato ?

Querias que eu olhasse para homens, não ?

Meus caros, em primeiro lugar: prefiro ser um rato a dizer-me homem e tratar assim as mulheres. Em segundo lugar: não, não quero que olhem para homens ( a não ser que queiram, claro ), mas se olham para uma mulher que seja com um bocado de respeito e com um pingo de vergonha antes de falar. Com certeza que as mulheres gostam de se sentir apreciadas, mas do apreciar ao expor ainda vai um “danoninho”. Tenho a certeza absoluta que as coisas não vão mudar. A mentalidade portuguesa ( e não só ) não muda de um dia para o outro. Contudo, quero apenas frisar que neste ponto, especificamente, estou do lado das mulheres. É absurdo tratar assim alguém. No final, não se esqueçam que quem fica mal são os homens que o fazem. É verdade, hoje são vocês a fazer, amanhã serão outros homens às vossas filhas, depois pensarei :

Hope you like.


Post Scriptum: Para quem gosta de divagar, aqui fica uma pergunta. O que é que realmente faz de um homem, homem ?

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Uma verdadeira tentação, digo. Já uma vez o disse e volto a dizer, o livros da Guimarães Editores são uma tentação. E porquê ? Ora bem, além de serem pequeninos e bonitos e além de serem de grande qualidade, trazem à baila, ou melhor, os seus autores são verdadeiros iluminados. Como tal, é-me natural, hoje em dia, entrar numa livraria e procurar pelas pérolas verdes e brancas nas estantes. Ela, já me disse que um dia gostaria de ter toda a colecção. Eu costumo dizer e se não digo penso :

Também eu honey. Já tenho dois e mais irei comprar com o tempo.

Outro factor importante para esta escolha, foi sem dúvida o autor. Este desgraçado, que não tem outro nome, já uma vez me tinha deixado mal. Mal, explico, no sentido de não ter conseguido ler a obra.

Fica para quando tiver mais “nível” – pensei eu, na altura.

Soren Kierkegaard, tinha-me matado de curiosidade. Tanto pela sua vida, como pela sua obra. Após ler mais duas obras de outros autores( Descartes e Voltaire ), o raio do dinamarquês não saía do meu inconsciente. Perguntar-me-ão :

Como sabias que ele ainda estava no teu inconsciente ?

Bem, assim que entrei na livraria e vi a pérola verde e branca com o nome cravado de Soren Kierkegaard, comprei-o imediatamente. Sinceramente, após tal relato, com certeza que ele já me andava a matar cá dentro de curiosidade. O que é que ele nos propõe ? Comida, bebida, música e alguns devaneios. Devaneios esses sobre o amor. É esta a proposta de Soren Kierkegaard para o seu, o nosso, O banquete.

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(Not ) GoodBye

Rendido a certos encantos e deixando-me levar pela tentação, decidi deixar o “tasco aberto”. Contudo, irei postar menos vezes. Penso que é preferível escrever pouco e com qualidade do que muito e a encher chouriço. Mais uma vez, peço desculpa pela iniciativa estúpida do post “GoodBye”. Como eu próprio diria :

Com certeza tem carência afectiva.

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